***clique nas imagens para ampliar***
Em uma manhã de outubro, no auge da seca do Cerrado, fizemos a primeira visita à Cachoeira do Cantinho. Era grande a curiosidade, pois há tempos apreciávamos as belas fotos do lugar. No entanto, não existe cartão-postal que se aproxime de um real passeio de campo. E, em se tratando da queda de maior volume d'água em São João d'Aliança – portal da Chapada dos Veadeiros, o trajeto compensa desde o início.
É preciso atenção na breve viagem. Após 2km de asfalto a partir da saída da cidade, são pouco mais de 40km em estrada de chão. A qualidade da pista de terra é razoável e permite que qualquer carro faça o percurso, mas algumas pontes no caminho, além do trânsito de caminhões e outros veículos, exigem atenção extra do condutor. O segredo é não ter pressa, trafegar em baixa velocidade e observar a vista.
A paisagem do caminho revela um aspecto preocupante da realidade do Cerrado. São vastas áreas dedicadas à agropecuária. A vegetação nativa se restringe a poucas manchas. Ainda assim, é possível apreciar a beleza de alguns morros, colher cajus silvestres à margem da estrada e até mesmo se deparar com grupos de emas pastando em meio às plantações. A própria Cachoeira do Cantinho esteve ameaçada há alguns anos, quando foi projetada a instalação de uma miniusina hidrelétrica no local. Felizmente, a ideia foi abandonada, preservando esse santuário natural.
A chegada à fazenda onde está localizada a Cachoeira do Cantinho, no entanto, é uma grata surpresa. A área ainda mantém a mata preservada. As nuances do relevo atraem a atenção, apresentando belas veredas. A essa altura, a calmaria já domina o trajeto. É hora de estacionar o carro e completar o percurso em uma breve caminhada.
A trilha até a cachoeira é percorrida em menos de uma hora. O Rio Cachoeirinha nos acompanha à esquerda, em meio a paredões de rochas escuras. Em determinado ponto do caminho, descemos até o leito do rio e caminhamos entre as pedras do curso d'água em direção à cachoeira. Esse é o trecho que exige maior cuidado para evitar escorregões e quedas perigosas. Seguindo com atenção, no entanto, o desafio pode ser vencido sem maiores complicações.
À medida que nos aproximamos do objetivo, a beleza da paisagem emociona. A Cachoeira do Cantinho se apresenta colossal e exuberante. Na estação de seca, quatro fios d'água se distinguem na queda de 30 metros de altura. Na temporada de chuvas, com o rio cheio, forma-se uma grande hidromassa, que torna o local comparável a uma catarata.
O poço de coloração esverdeada é amplo e profundo – um convite natural e irresistível para boas nadadas e um banho refrescante, após o longo percurso sob calor. Aos poucos, vamos desvendando os detalhes do local, os pontos onde é possível buscar apoio e contemplar os diferentes ângulos da paisagem.
Com cuidado e apoiado de forma segura nas pedras, é possível se aproximar da cachoeira e desfrutar a chuveirada nos trechos mais suaves. Por trás da queda d'água, há uma grande abertura na rocha, onde diversos pássaros se abrigam – uma gratificante visão da natureza.
O sol banha toda a área da cachoeira de forma generosa ao longo de boa parte do dia, mas há alguns cantinhos de sombra para descansar, conversar e fazer um lanche revigorante. Próximo do fim da tarde, é hora de iniciar o percurso de volta. O sol vai caindo devagar às nossas costas durante o retorno. É um belo entardecer, que nos oferece a certeza de retornar em breve. Afinal, os prazeres da vida exigem uma nova vez.
Cachoeira do Cantinho
Características: no Rio Cachoeirinha, em fazenda localizada a cerca de 45km do centro do município de São João d’Aliança, é a queda d'água de maior volume da região. A cachoeira tem cerca de 30 metros de altura, apresentando um poço amplo e profundo de água de tonalidade esverdeada.
Contato: 062-9-9846-1082 (Zéria)
IMPORTANTE: nunca deixe lixo nas trilhas e cachoeiras que visitar. Lembre-se sempre de levar uma sacola, recolha todo o resíduo (inclusive aquele que porventura encontrar pelo caminho) e o deposite em local adequado quando retornar à cidade. Respeite a natureza!!! Lugar de lixo é na lixeira!!!
O Cerrado agradece!!!
quarta-feira, 26 de julho de 2017
terça-feira, 25 de julho de 2017
Cachoeira do Bonito - passeio de família
.....clique nas imagens para ampliar.....
A Cachoeira do Bonito é um dos atrativos naturais de mais fácil acesso no município de São João d’Aliança. Ela está localizada em uma fazenda particular a apenas 11km do centro da cidade.
Com estrada em boas condições e uma pequena trilha facilmente percorrida até por crianças, a Cachoeira do Bonito (que tem este nome por conta do rio homônimo que a abriga) apresenta duas formosas quedas d’água, com cerca de 7 metros de altura, e um amplo poço cristalino. É um convite irresistível para bons e refrescantes banhos. Antes, durante a rápida caminhada, observa-se espécies nativas do Cerrado, como baruzeiros e buritis, e uma paisagem típica de veredas.
Na sequência do curso d’água da Cachoeira do Bonito, há excelentes pontos para aproveitar uma gostosa hidromassagem. A correnteza suave, a profundidade rasa e as inúmeras pedras que servem de apoio tornam o local ideal para a visitação de turistas de todas as idades. A vegetação nativa do Cerrado margeia o rio, proporcionando um clima agradável e uma bela paisagem.
Cachoeira do Bonito
Características: no Rio Bonito, em fazenda localizada a apenas 11km do centro do município de São João D’Aliança, duas quedas de água cristalina formam um amplo poço rodeado por rochas grandiosas. A cachoeira tem cerca de 7 metros de altura. Há diversos pontos de profundidade rasa para aproveitar hidromassagem, o que torna o local ideal também para crianças.
Contatos: 062-9-9679-1905 (Ísis) / 062-9-9695-2762 (Maurício)
IMPORTANTE: nunca deixe lixo nas trilhas e cachoeiras que visitar. Lembre-se sempre de levar uma sacola, recolha todo o resíduo (inclusive aquele que porventura encontrar pelo caminho) e o deposite em local adequado quando retornar à cidade. Respeite a natureza!!! Lugar de lixo é na lixeira!!! O Cerrado agradece!!!
A Cachoeira do Bonito é um dos atrativos naturais de mais fácil acesso no município de São João d’Aliança. Ela está localizada em uma fazenda particular a apenas 11km do centro da cidade.
Com estrada em boas condições e uma pequena trilha facilmente percorrida até por crianças, a Cachoeira do Bonito (que tem este nome por conta do rio homônimo que a abriga) apresenta duas formosas quedas d’água, com cerca de 7 metros de altura, e um amplo poço cristalino. É um convite irresistível para bons e refrescantes banhos. Antes, durante a rápida caminhada, observa-se espécies nativas do Cerrado, como baruzeiros e buritis, e uma paisagem típica de veredas.
Na sequência do curso d’água da Cachoeira do Bonito, há excelentes pontos para aproveitar uma gostosa hidromassagem. A correnteza suave, a profundidade rasa e as inúmeras pedras que servem de apoio tornam o local ideal para a visitação de turistas de todas as idades. A vegetação nativa do Cerrado margeia o rio, proporcionando um clima agradável e uma bela paisagem.
Cachoeira do Bonito
Características: no Rio Bonito, em fazenda localizada a apenas 11km do centro do município de São João D’Aliança, duas quedas de água cristalina formam um amplo poço rodeado por rochas grandiosas. A cachoeira tem cerca de 7 metros de altura. Há diversos pontos de profundidade rasa para aproveitar hidromassagem, o que torna o local ideal também para crianças.
Contatos: 062-9-9679-1905 (Ísis) / 062-9-9695-2762 (Maurício)
IMPORTANTE: nunca deixe lixo nas trilhas e cachoeiras que visitar. Lembre-se sempre de levar uma sacola, recolha todo o resíduo (inclusive aquele que porventura encontrar pelo caminho) e o deposite em local adequado quando retornar à cidade. Respeite a natureza!!! Lugar de lixo é na lixeira!!! O Cerrado agradece!!!
segunda-feira, 24 de julho de 2017
Dominguinhos - diversão bem pertinho
**** clique nas imagens para ampliar ****
O Rancho do Dominguinhos é um dos points mais acessíveis e populares de São João D'Aliança, portal da Chapada dos Veadeiros. Fica a apenas 6km do centro do município, sendo cerca de metade do trajeto feito em estrada de terra. Os atrativos naturais são formados por pequenas cascatas e piscinas naturais no Rio Carestia. Os pontos de banho variam entre rasos e mais profundos, tornando o local ideal para frequentadores de todas as idades.
Durante os fins de semana, o lugar costuma ficar bastante movimentado. Por isso, para quem busca um contato mais intimista e tranquilo com a natureza, a recomendação é visitar o Rancho do Dominguinhos de segunda a sexta-feira, quando o local está bem mais tranquilo. A paisagem do Cerrado na região chama bastante a atenção: grandes buritis e outras espécies arbóreas nativas constituem o típico ambiente de veredas. Cenário ideal para a contemplação meditativa e registrar belas fotos.
O poço principal é amplo e permite boas braçadas para quem aprecia a prática de natação. O sol alcança a área com generosidade, garantindo o bronzeado dos frequentadores. Ou seja, atividade física e vitamina D sob medida para favorecer a saúde.
Rancho do Dominguinhos
Características: no Rio Carestia, a apenas 6km do centro do município de São João D’Aliança, o atrativo é constituído por pequenas cascatas e piscinas naturais.
IMPORTANTE: nunca deixe lixo nas trilhas e cachoeiras que visitar. Lembre-se sempre de levar uma sacola, recolha todo o resíduo (inclusive aquele que porventura encontrar pelo caminho) e o deposite em local adequado quando retornar à cidade. Respeite a natureza!!! Lugar de lixo é na lixeira!!! O Cerrado agradece!!!
O Rancho do Dominguinhos é um dos points mais acessíveis e populares de São João D'Aliança, portal da Chapada dos Veadeiros. Fica a apenas 6km do centro do município, sendo cerca de metade do trajeto feito em estrada de terra. Os atrativos naturais são formados por pequenas cascatas e piscinas naturais no Rio Carestia. Os pontos de banho variam entre rasos e mais profundos, tornando o local ideal para frequentadores de todas as idades.
Durante os fins de semana, o lugar costuma ficar bastante movimentado. Por isso, para quem busca um contato mais intimista e tranquilo com a natureza, a recomendação é visitar o Rancho do Dominguinhos de segunda a sexta-feira, quando o local está bem mais tranquilo. A paisagem do Cerrado na região chama bastante a atenção: grandes buritis e outras espécies arbóreas nativas constituem o típico ambiente de veredas. Cenário ideal para a contemplação meditativa e registrar belas fotos.
O poço principal é amplo e permite boas braçadas para quem aprecia a prática de natação. O sol alcança a área com generosidade, garantindo o bronzeado dos frequentadores. Ou seja, atividade física e vitamina D sob medida para favorecer a saúde.
Rancho do Dominguinhos
Características: no Rio Carestia, a apenas 6km do centro do município de São João D’Aliança, o atrativo é constituído por pequenas cascatas e piscinas naturais.
IMPORTANTE: nunca deixe lixo nas trilhas e cachoeiras que visitar. Lembre-se sempre de levar uma sacola, recolha todo o resíduo (inclusive aquele que porventura encontrar pelo caminho) e o deposite em local adequado quando retornar à cidade. Respeite a natureza!!! Lugar de lixo é na lixeira!!! O Cerrado agradece!!!
sexta-feira, 20 de março de 2015
O galinheiro e o espetacular lobo-guará
Quem tem roça precisa de galinheiro. Esse espaço fascinante oferece produtos indispensáveis para uma boa vida no campo: alimentos e adubo. As aves trabalham ainda na limpeza do terreno, eliminando parte da vegetação rasteira e diversos insetos.
No Sítio Amarelo, a atividade com galinhas começou em julho de 2012. De lá pra cá, a experiência evoluiu bastante, com alguns obstáculos superados e um incremento constante da produtividade. O início foi tímido e precário. Eram apenas cinco aves e um pequeno cercado perto da casa, com o objetivo principal de eliminar o mato.
No entanto, não demorou muito para o primeiro desafio se apresentar. Numa região privilegiada, com bastante Cerrado ainda preservado, a fauna nativa está sempre por perto. Um lobo-guará logo acabou atraído pelas apetitosas aves. Certa noite, com a ajuda de um arbusto, o bicho escalou a cerca do pequeno galinheiro e passou para dentro. As galinhas se agitaram. O dono da casa pegou uma lanterna e, sem saber o que acontecia, foi dar uma olhada. No quintal mal iluminado, viu um animal grande, peludo e dourado. Entre os dentes, carregava o coitado do Melodia (era esse o nome do galo).
O homem começou a esbravejar. O lobo-guará se assustou e correu de um lado para o outro, batendo de cabeça, com violência, contra a tela de arame. Era uma cena selvagem e espetacular. Na terceira tentativa, o bicho arrebentou a cerca e fugiu. A uma certa distância, parou e olhou para trás, talvez pensando em recuperar a ave abatida. O dono da casa gritou mais uma vez e o animal se refugiou na escuridão da mata.
Estava evidente que o galinheiro precisaria passar por sérios ajustes, caso se desejasse algum retorno produtivo. Uma nova área foi delimitada: maior e mais distante da casa – como deve ser. A cerca ganhou reforço, com uma tela reforçada na parte inferior. Usando estacas de bambu, barro e telhas de papelão reciclado, construiu-se o indispensável abrigo para as aves. Finalmente, nascia um galinheiro minimamente digno e respeitável.
O lobo deixou de ser problema. Uma vez ou duas, foi visto rondando a cerca, espiando as galinhas, mas não mais invadiu o espaço. Outros animais menores, no entanto, passaram a incomodar. Primeiro, o lagarto tiú (ou teiú), um voraz devorador de ovos. Mas pedras e galhos vedando bem o pé do cercado se mostraram uma solução satisfatória para afastar o réptil. Contudo, gaviões e alguns gambás ainda provocam certo prejuízo. Num sistema que se pretende orgânico, não tem jeito: 10% fica com a natureza. O restante é lucro!
No Sítio Amarelo, a atividade com galinhas começou em julho de 2012. De lá pra cá, a experiência evoluiu bastante, com alguns obstáculos superados e um incremento constante da produtividade. O início foi tímido e precário. Eram apenas cinco aves e um pequeno cercado perto da casa, com o objetivo principal de eliminar o mato.
No entanto, não demorou muito para o primeiro desafio se apresentar. Numa região privilegiada, com bastante Cerrado ainda preservado, a fauna nativa está sempre por perto. Um lobo-guará logo acabou atraído pelas apetitosas aves. Certa noite, com a ajuda de um arbusto, o bicho escalou a cerca do pequeno galinheiro e passou para dentro. As galinhas se agitaram. O dono da casa pegou uma lanterna e, sem saber o que acontecia, foi dar uma olhada. No quintal mal iluminado, viu um animal grande, peludo e dourado. Entre os dentes, carregava o coitado do Melodia (era esse o nome do galo).
O homem começou a esbravejar. O lobo-guará se assustou e correu de um lado para o outro, batendo de cabeça, com violência, contra a tela de arame. Era uma cena selvagem e espetacular. Na terceira tentativa, o bicho arrebentou a cerca e fugiu. A uma certa distância, parou e olhou para trás, talvez pensando em recuperar a ave abatida. O dono da casa gritou mais uma vez e o animal se refugiou na escuridão da mata.
Estava evidente que o galinheiro precisaria passar por sérios ajustes, caso se desejasse algum retorno produtivo. Uma nova área foi delimitada: maior e mais distante da casa – como deve ser. A cerca ganhou reforço, com uma tela reforçada na parte inferior. Usando estacas de bambu, barro e telhas de papelão reciclado, construiu-se o indispensável abrigo para as aves. Finalmente, nascia um galinheiro minimamente digno e respeitável.
O lobo deixou de ser problema. Uma vez ou duas, foi visto rondando a cerca, espiando as galinhas, mas não mais invadiu o espaço. Outros animais menores, no entanto, passaram a incomodar. Primeiro, o lagarto tiú (ou teiú), um voraz devorador de ovos. Mas pedras e galhos vedando bem o pé do cercado se mostraram uma solução satisfatória para afastar o réptil. Contudo, gaviões e alguns gambás ainda provocam certo prejuízo. Num sistema que se pretende orgânico, não tem jeito: 10% fica com a natureza. O restante é lucro!
sábado, 17 de maio de 2014
Um lugar para organizar a bagunça
eucalipto chegaram para incrementar a paisagem.
fez-se a estrutura para o telhado.
domingo, 13 de abril de 2014
Melhor cercar com bambu
Tanto mais sensato e cortês seria se cada um respeitasse os espaços, sem exigências de fronteiras, e os aproveitasse de forma ecológica e produtiva. Mas como o mundo ideal passa ainda um tanto distante dos dias presentes, é preferível que se ergam cercas de bambu.
Matéria prima abundante e renovável, a boa madeira que se levanta veloz e vigorosamente da terra rende boas estacas para a delimitação de propriedades.
Na empreitada no Sítio Amarelo, foram utilizadas basicamente varas da espécie Bambusa vulgaris (de coloração amarela e verde, por isso também conhecido como Bambu Brasileiro). O nobre vulgaris, apesar de não ser o tipo mais durável de bambu, pode oferecer colmos surpreendentemente resistentes, se colhidos na época adequada. Recomenda-se, preferencialmente, que o corte ocorra nos meses de maio a agosto, na lua minguante, quando o bambu retém menor quantidade de água.
Delimitar o sítio com mourões de bambu foi ao mesmo tempo uma alternativa experimental e oportunista. Ao localizarmos duas touceiras que seriam retiradas nas imediações de um restaurante em Brasília, bem como em uma fazenda vizinha ao Amarelo, decidimos coletar as varas e aproveitá-las no serviço que precisávamos executar. Os resultados ainda não são conclusivos, mas, até o momento, podem ser considerados satisfatórios. Instalada em setembro de 2012, a cerca ainda funciona bem.
No tratamento dos mourões, para evitar a infecção por fungos ou o ataque de insetos, especialmente as temíveis brocas, utilizamos a aplicação de óleo queimado de motor. Para uma melhor absorção do produto pelas varas, deve-se romper os entrenós dos colmos e espalhar o óleo interna e externamente nas estacas. A aplicação é feita uma vez por ano, no período de estiagem.
Matéria prima abundante e renovável, a boa madeira que se levanta veloz e vigorosamente da terra rende boas estacas para a delimitação de propriedades.
Na empreitada no Sítio Amarelo, foram utilizadas basicamente varas da espécie Bambusa vulgaris (de coloração amarela e verde, por isso também conhecido como Bambu Brasileiro). O nobre vulgaris, apesar de não ser o tipo mais durável de bambu, pode oferecer colmos surpreendentemente resistentes, se colhidos na época adequada. Recomenda-se, preferencialmente, que o corte ocorra nos meses de maio a agosto, na lua minguante, quando o bambu retém menor quantidade de água.
Delimitar o sítio com mourões de bambu foi ao mesmo tempo uma alternativa experimental e oportunista. Ao localizarmos duas touceiras que seriam retiradas nas imediações de um restaurante em Brasília, bem como em uma fazenda vizinha ao Amarelo, decidimos coletar as varas e aproveitá-las no serviço que precisávamos executar. Os resultados ainda não são conclusivos, mas, até o momento, podem ser considerados satisfatórios. Instalada em setembro de 2012, a cerca ainda funciona bem.
No tratamento dos mourões, para evitar a infecção por fungos ou o ataque de insetos, especialmente as temíveis brocas, utilizamos a aplicação de óleo queimado de motor. Para uma melhor absorção do produto pelas varas, deve-se romper os entrenós dos colmos e espalhar o óleo interna e externamente nas estacas. A aplicação é feita uma vez por ano, no período de estiagem.
quarta-feira, 22 de janeiro de 2014
Tome chá de Macela
Para matar a saudade dela, tome chá de Macela. Erva dos campos brasileiros, tradicional no Sul, mas também usada no Nordeste e no Cerrado, ela acalma o coração solitário, distante da amada por exigências do labor.
É uma delicada planta herbácea, de flores amareladas, meio acinzentadas, pendentes em pequenos cachos. As folhas são alongadas, membranosas, cheias de pelos e muito finas. Conhecida por apresentar propriedades calmantes, costuma ser aproveitada como estofo de travesseiros, pois estimularia uma boa noite de sono.
Achyrocline satureioides foi o pomposo nome que lhe deram os cientistas, mas o povo a conhece mesmo é por Macela, Macelinha, Marcela, Camomila Brasileira, Milfolhada e por aí vai... Só deve ser colhida quando as flores surgirem. Dessa forma, destacam-se melhor as propriedades terapêuticas.
De aroma agradável, o chá é feito a partir da infusão das folhas e flores. Recomenda-se o uso também para aliviar dores de cabeça, cólicas, problemas estomacais e resfriados. No Sítio Amarelo, a Macela floresce de julho a setembro. A presença dela, geralmente, é indicadora de solos acidificados e degradados – ao que estamos tratando por essas bandas.
Na cosmética, a Macela atua como um bom clareador natural para os cabelos de tons castanho claro a louro. Ela é o principal componente ativo de alguns xampus para essa finalidade.
Indicações do chá de marcela
Alivia estresse e ansiedade;
Clareia os fios de cabelo e acaba com a queda;
Ameniza cólicas intestinais;
Regula a desordem menstrual;
Trata diarreia, disenteria, azia e dores de estômago;
Controla as contrações musculares bruscas;
Melhora a digestão, evita disfunções e perturbações gástricas;
Trata casos de epilepsia, cefalalgia, reumatismo e impotência;
Acaba com a retenção de líquidos;
Pode ser eficiente na lavagem de pés fétidos;
Ajuda a pele e cabelos a adquirirem mais saúde;
Pode ser usado para tratar resfriados.
É uma delicada planta herbácea, de flores amareladas, meio acinzentadas, pendentes em pequenos cachos. As folhas são alongadas, membranosas, cheias de pelos e muito finas. Conhecida por apresentar propriedades calmantes, costuma ser aproveitada como estofo de travesseiros, pois estimularia uma boa noite de sono.
Achyrocline satureioides foi o pomposo nome que lhe deram os cientistas, mas o povo a conhece mesmo é por Macela, Macelinha, Marcela, Camomila Brasileira, Milfolhada e por aí vai... Só deve ser colhida quando as flores surgirem. Dessa forma, destacam-se melhor as propriedades terapêuticas.
De aroma agradável, o chá é feito a partir da infusão das folhas e flores. Recomenda-se o uso também para aliviar dores de cabeça, cólicas, problemas estomacais e resfriados. No Sítio Amarelo, a Macela floresce de julho a setembro. A presença dela, geralmente, é indicadora de solos acidificados e degradados – ao que estamos tratando por essas bandas.
Na cosmética, a Macela atua como um bom clareador natural para os cabelos de tons castanho claro a louro. Ela é o principal componente ativo de alguns xampus para essa finalidade.
Indicações do chá de marcela
Alivia estresse e ansiedade;
Clareia os fios de cabelo e acaba com a queda;
Ameniza cólicas intestinais;
Regula a desordem menstrual;
Trata diarreia, disenteria, azia e dores de estômago;
Controla as contrações musculares bruscas;
Melhora a digestão, evita disfunções e perturbações gástricas;
Trata casos de epilepsia, cefalalgia, reumatismo e impotência;
Acaba com a retenção de líquidos;
Pode ser eficiente na lavagem de pés fétidos;
Ajuda a pele e cabelos a adquirirem mais saúde;
Pode ser usado para tratar resfriados.
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